segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O GOVERNO DE PORTUGAL E O GOVERNO DE IDI AMIN DADA



O que não falta é gente que não sabe o que diz. Não têm, sequer, conhecimento do país. Como se está a viver em Portugal.
Este governo, em conjunto com os governos do PS, conseguiu a maior proeza dos últimos 50 anos…pôr um terço dos portugueses a comer pão, azeitonas e toucinho. As papas de Nestum também não estão baratas, por isso ficam de fora.
Em 2011, o número de idosos era de 2.971.000, para uma população de 10,5 milhões, o que nos dá uma dimensão bem clara da situação do país. Mesmo assim, continuam-se a destruir postos de trabalho. 
Mas, o mais grave, neste fenómeno, é que muitas das famílias estão a socorrer-se das magras reformas, da maioria dos idosos, para sobreviverem, pois o desemprego bateu-lhes à porta. O que era quase impossível de encontrar, um lugar num lar para receber um idoso, hoje, existe excesso de oferta.
As queixas de violência contra idosos subiram 158%, em dez anos.
Mas o reverso da medalha é que muitas das famílias que recorrem a ir buscar os seus idosos aos lares, acaba por exercer, sobre estes, violência doméstica. Quando a violência não é física é psicológica. 
A política deste governo, no que a idosos diz respeito é, perfeitamente, de terceiro mundismo. Fazem-se cortes nos subsídios de Férias e Natal e todos aqueles que têm uma reforma “milionária” de pouco mais de 1.000 euros/mês, sofrem deduções nas mesmas.
Só pode falar de baixar ordenados e reformas quem não tem rendas de casa para pagar, água, luz, medicamentos e por fim, pagar o que come. É por e simplesmente retirar a dignidade a quem trabalha ou já trabalhou para criar as empresas que hoje são vendidas ao desbarato a governos estrangeiros.

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo; 
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do Homem; 
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego. 
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual. 
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social. 

Muito se tem falado da Constituição da República…mas, já chegámos a um ponto, em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos é violada, descaradamente, como se este país fosse uma República de um qualquer “Bokassa” ou de um qualquer “Idi Amin Dada”, como se pode verificar dos parágrafos anteriores que são excertos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que Portugal subscreveu.
Não há dúvida que temos o governo mais africano de todos os tempos! No mau sentido, é claro!



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