
Este blogue pretende transmitir as opiniões do autor sobre diversos temas, em particular,Direito e Política.Por outro lado é um convite à troca de ideias. "Utinam tam facile vera invenire possem, quam falsa convincere. [Cícero, De Natura Deorum 1.21] Quem dera que eu pudesse achar o verdadeiro com a mesma facilidade com que refuto o falso."
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
QUEM VIER ATRÁS QUE FECHE A PORTA

Os regimes políticos são fórmulas transitórias e progressivas, e valem praticamente menos pela doutrina e essência teórica que pela adaptação feliz ou descabida ao modo de ser psicológico, tradições, grau de educação cívica; todos igualmente bons, todos igualmente maus, conforme aquelas circunstâncias e o uso que deles se fizer, pois uns e outros têm presidido aos destinos de povos que sobem ao seu apogeu ou descem à ruína e definhamento.
No caso português temos particularidades que nos afastam de outros povos, onde a incerteza dos novos tempos se colocam. Somos egoístas, desorganizados e gostamos pouco de trabalhar.
É uma questão de atitude. E esta passa pela ética, como base, a integridade, a responsabilidade, o respeito pela Lei e pelos regulamentos, o respeito pelos direitos dos outros cidadãos, o amor ao trabalho, o esforço pela poupança e pelo investimento, o desejo de superação e a pontualidade.
Bom, quanto à integridade, estes últimos casos decorridos entre alguma banca, dão-nos um pouco a ideia, do país onde vivemos. De um modo apático, vamos assistindo a todas estas situações.
O desejo de superação não é característica dos portugueses. Basta olharmos para a selecção nacional de futebol.
Há países, como o Japão, que tem uma orografia bem pior que a portuguesa, em que 80% do seu território não é minimamente arável e que consegue ser a segunda economia mundial.
Temos mais exemplos! Mas, como somos o que somos, desabafamos no final, a dizer que somos um país pobre sem recursos.
A riqueza de um país está no seu povo.
E o que fizeram os nossos governantes nestes 35 anos de democracia? Destruíram na educação o que era positivo e foram semeando a irresponsabilidade.
Depois de tão bem arada, mondada, adubada e regada, aí temos a colheita - um país tão miserável que o estrangeiro nem, ao Banco do Estado, quer emprestar dinheiro, mesmo com um “spread” elevadíssimo e que nos vai onerar cada vez mais, para injectar em Bancos falidos por má gestão ou ambição desmedida.
Para minimizar estas escandaleiras, são criados apoios aos pobres, aos necessitados e aos que não querem trabalhar.
Ora bolas, lá se vão os impostos que me vêm “sacando” nestes últimos anos.
Não vou desrespeitar as Leis e Regulamentos, mas, confesso… estou cansado de ser assaltado à mão desarmada!
Ainda o Governo não tomou posse, e já os “opinadores” de televisão, vão dizendo como é que é possível continuar as reformas do Estado.
Quais? As da segurança social? As da educação? As fiscais?
Eu gostaria de saber é que “planos” existem para a economia e como é que vamos produzir mais e como vamos aumentar a exportação de bens transaccionáveis.
Durante estes anos, nenhum Governo foi capaz de o fazer. Nenhum!
Continuamos a ter Governos para gerir Finanças. Isto é, para determinar qual é a diferença entre o deve e o haver.
Para isto, sinceramente, não era preciso tanta gente no Governo e no Parlamento.
Temos pela nossa frente, mais quatro anos de aumento do défice público.
O Governo limita-se a ser, como uma "pessoa" que vai contraindo empréstimos, para pagar outros empréstimos, endividando-se, cada vez mais. E tudo isto é feito em proveito de um “futuro” melhor para os nossos filhos. Desgraçados! Vão ter uma “pesada” herança. Porque a “pesada” herança que a minha geração herdou, já saiu do Banco de Portugal, vendida para pagar os desaires deste regime político, onde ninguém tem responsabilidade por nada. E é verdade! Os únicos responsáveis, são os portugueses, com a sua atitude.
Nesta legislatura existe a oportunidade de rever a Constituição da República…tudo se vai manter, com a diferença de alteração na redacção de algumas normas. E assim segue a democracia que no verso da sua medalha retrata, hoje, uma perfeita demagogia.
Quem vier atrás que feche a porta!
No caso português temos particularidades que nos afastam de outros povos, onde a incerteza dos novos tempos se colocam. Somos egoístas, desorganizados e gostamos pouco de trabalhar.
É uma questão de atitude. E esta passa pela ética, como base, a integridade, a responsabilidade, o respeito pela Lei e pelos regulamentos, o respeito pelos direitos dos outros cidadãos, o amor ao trabalho, o esforço pela poupança e pelo investimento, o desejo de superação e a pontualidade.
Bom, quanto à integridade, estes últimos casos decorridos entre alguma banca, dão-nos um pouco a ideia, do país onde vivemos. De um modo apático, vamos assistindo a todas estas situações.
O desejo de superação não é característica dos portugueses. Basta olharmos para a selecção nacional de futebol.
Há países, como o Japão, que tem uma orografia bem pior que a portuguesa, em que 80% do seu território não é minimamente arável e que consegue ser a segunda economia mundial.
Temos mais exemplos! Mas, como somos o que somos, desabafamos no final, a dizer que somos um país pobre sem recursos.
A riqueza de um país está no seu povo.
E o que fizeram os nossos governantes nestes 35 anos de democracia? Destruíram na educação o que era positivo e foram semeando a irresponsabilidade.
Depois de tão bem arada, mondada, adubada e regada, aí temos a colheita - um país tão miserável que o estrangeiro nem, ao Banco do Estado, quer emprestar dinheiro, mesmo com um “spread” elevadíssimo e que nos vai onerar cada vez mais, para injectar em Bancos falidos por má gestão ou ambição desmedida.
Para minimizar estas escandaleiras, são criados apoios aos pobres, aos necessitados e aos que não querem trabalhar.
Ora bolas, lá se vão os impostos que me vêm “sacando” nestes últimos anos.
Não vou desrespeitar as Leis e Regulamentos, mas, confesso… estou cansado de ser assaltado à mão desarmada!
Ainda o Governo não tomou posse, e já os “opinadores” de televisão, vão dizendo como é que é possível continuar as reformas do Estado.
Quais? As da segurança social? As da educação? As fiscais?
Eu gostaria de saber é que “planos” existem para a economia e como é que vamos produzir mais e como vamos aumentar a exportação de bens transaccionáveis.
Durante estes anos, nenhum Governo foi capaz de o fazer. Nenhum!
Continuamos a ter Governos para gerir Finanças. Isto é, para determinar qual é a diferença entre o deve e o haver.
Para isto, sinceramente, não era preciso tanta gente no Governo e no Parlamento.
Temos pela nossa frente, mais quatro anos de aumento do défice público.
O Governo limita-se a ser, como uma "pessoa" que vai contraindo empréstimos, para pagar outros empréstimos, endividando-se, cada vez mais. E tudo isto é feito em proveito de um “futuro” melhor para os nossos filhos. Desgraçados! Vão ter uma “pesada” herança. Porque a “pesada” herança que a minha geração herdou, já saiu do Banco de Portugal, vendida para pagar os desaires deste regime político, onde ninguém tem responsabilidade por nada. E é verdade! Os únicos responsáveis, são os portugueses, com a sua atitude.
Nesta legislatura existe a oportunidade de rever a Constituição da República…tudo se vai manter, com a diferença de alteração na redacção de algumas normas. E assim segue a democracia que no verso da sua medalha retrata, hoje, uma perfeita demagogia.
Quem vier atrás que feche a porta!
"Rustica veritas." [Marcial, Epigrammata 10.72.11] A rude verdade. ■A verdade nua e crua.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
OS NÚMEROS FALAM POR SI
É bom que a análise das últimas eleições autárquicas, em Oeiras, não se fique pela mera apreciação do número de vereadores ou pela percentagem que cada grupo independente ou partido obteve nas eleições.
Há um dado que é muito importante, e que traduz mais a realidade do Concelho de Oeiras e da importância relativa de cada força política. E esses dados, são o número de votos que cada grupo político obteve.
Se pensarmos bem, o Grupo de Independentes Isaltino Oeiras Mais à Frente, obteve o número de 32.536 votos. Ou seja, se adicionarmos os votos obtidos pelo Partido Socialista, mais os votos da Coligação Mais Oeiras, o primeiro com 20.112 votos e o segundo com pouco mais do que 12.696 votos, chegamos à conclusão que o movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente tem praticamente os mesmos votos que o PS e a Coligação juntos, no que diz respeito à Câmara Municipal.
Portanto, num cenário irrealista, teria de haver uma Coligação PS+PSD+CDS+PPM para obterem cerca de 300 votos mais do que um candidato independente. Porque será?
Se calhar, olhando para a obra desenvolvida ao longo destas duas décadas por Isaltino Morais, estas valem mais do que as promessas ocas que todos estes partidos fizeram.
E os Oeirenses, uma vez mais, demonstraram que não acreditam em sorrisos fáceis, nem em promessas utópicas.
“Mendaces etiam cum verum dicunt, fidem non inveniunt.” Os mentirosos, mesmo quando dizem a verdade, não recebem crédito.
Há um dado que é muito importante, e que traduz mais a realidade do Concelho de Oeiras e da importância relativa de cada força política. E esses dados, são o número de votos que cada grupo político obteve.
Se pensarmos bem, o Grupo de Independentes Isaltino Oeiras Mais à Frente, obteve o número de 32.536 votos. Ou seja, se adicionarmos os votos obtidos pelo Partido Socialista, mais os votos da Coligação Mais Oeiras, o primeiro com 20.112 votos e o segundo com pouco mais do que 12.696 votos, chegamos à conclusão que o movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente tem praticamente os mesmos votos que o PS e a Coligação juntos, no que diz respeito à Câmara Municipal.
Portanto, num cenário irrealista, teria de haver uma Coligação PS+PSD+CDS+PPM para obterem cerca de 300 votos mais do que um candidato independente. Porque será?
Se calhar, olhando para a obra desenvolvida ao longo destas duas décadas por Isaltino Morais, estas valem mais do que as promessas ocas que todos estes partidos fizeram.
E os Oeirenses, uma vez mais, demonstraram que não acreditam em sorrisos fáceis, nem em promessas utópicas.
“Mendaces etiam cum verum dicunt, fidem non inveniunt.” Os mentirosos, mesmo quando dizem a verdade, não recebem crédito.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
AMBIÇÃO
Quando se diz que alguém tem ambição é um elogio ou um insulto? Se pedirmos às pessoas que façam uma lista sobre as características necessárias para alcançar o sucesso, a ambição nunca falta. (Inteligência, criatividade e ética, por outro lado, não são normalmente os elementos mais característicos e os que são apontados). Mas não a ambição – esta nunca falta. A ambição é tema de debates filosóficos e de peças teatrais desde tempos imemoriais, passando por gregos, romanos e egípcios e mereceu tratamento especial de Shakespeare, que em várias peças tem na ambição das suas personagens a mola propulsora de todo o trama e até mesmo na Bíblia Sagrada. Ambição tem a mesma raiz da palavra ambiente e não é por acaso. As duas vem de “ambire”, que significa “mover-se livremente”. Traduzido literalmente e, principalmente, se usada correctamente, a palavra ambição significa criar o seu próprio caminho na vida. É simplesmente saber-se o que se quer para vida e tentar chegar lá. Ambição, assim, não é uma neurose obsessiva, ganância exagerada ou o desejo de subir na vida pisando os outros. Isso é o que o Mestre Yoda chamaria do lado negro da força: quando um desejo humano se transforma em obsessão, perde o controlo e passa a dominar a pessoa, tornando-se o seu foco principal. A ambição tem também forte componente social. Num país como o nosso, por exemplo, ser ambicioso é muitas vezes visto como algo negativo. Dizer que "fulano é muito ambicioso" é quase um insulto – significa que a pessoa é pouco confiável por ser egoísta (no sentido literal da palavra), e que certamente passará por cima de qualquer um em busca do seu objectivo. Neste caso, “objectivo” significa geralmente alguma vantagem monetária ou económica – algo palpável, digamos assim... financeiramente. Ambição passou a ser sinónimo de ambição financeira, quando na verdade é muito mais do que isso.Ambicioso também, por motivos que aqui não temos nem tempo nem espaço de comentar, passou a ser sinónimo de arrogante. E todos sabem que ser arrogante é "feio" e errado, logo... ser ambicioso também é. As pessoas “humildes” são elogiadas em público, o que faz com que as pessoas cresçam com uma percepção distorcida do que é realmente preciso para ter sucesso na vida. A Humildade importante, não é aquela de não se falar de si próprio – é ter a coragem de ouvir críticas, aprender com erros, aceitar outros pontos de vista. A ambição é essencial. Sem ambição, sem querer algo melhor para sua própria vida e para a dos outros, a pessoa fica acomodada. Não sai da sua zona de conforto, não se arrisca, não testa os seus limites. Ou seja, não faz o seu próprio caminho. Aceita o caminho dos outros, que muitas vezes lhe é imposto. E, depois, reclama que é infeliz. Já as pessoas ambiciosas são as que fazem o mundo girar. São as que apresentam projectos, abrem empresas, sonham e colocam a vida em acção. Enfim, assumem riscos. Preferem a tristeza da derrota do que a vergonha de não ter lutado. Embora nem todos os ambiciosos consigam o que querem, muitos deles (e delas) conseguem bem mais do que conseguiriam se ficassem acomodados. Talvez a ambição se tenha tornado negativa, na visão de algumas pessoas, eventualmente, por inveja. Acomodadas e preguiçosas, preferem denegrir o trabalho dos outros, do que tirar o “sim senhor” da cadeira. Só que a ambição tem que ser entendida como algo mais do que falar de dinheiro – é falar de destino – e se assim for entendida, provavelmente as pessoas podem melhorar a sua qualidade de vida, e de todos os outros ao seu redor, pois assumem sua vida. A ambição sadia é criar o seu próprio caminho de vida. Quem pode ser contra isso? Só alguém muito medíocre.
Mas, por favor, não transformem a ambição em algo que possa tornar-se num “insulto” e que se traduza, na imagem, que a maioria de nós tem da ambição - “fulano é muito ambicioso”, - no que resulta na posição mais redutora de qualquer individuo, que é o de tentar passar por cima de qualquer um, em busca do seu objectivo.
Mas, por favor, não transformem a ambição em algo que possa tornar-se num “insulto” e que se traduza, na imagem, que a maioria de nós tem da ambição - “fulano é muito ambicioso”, - no que resulta na posição mais redutora de qualquer individuo, que é o de tentar passar por cima de qualquer um, em busca do seu objectivo.
"Ambitio non respicit." O ambicioso não olha atrás de si.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
DEPOIS DAS ELEIÇÕES
Quando não existem ideias, projectos e coerência, quando se perde, tenta-se encontrar o “bode expiatório”, nos outros. Há sempre culpados, quando somos demasiados “narcisistas” e não queremos olhar para nós e para dentro do sistema onde nos encontramos integrados e reflectir sobre o que está mal, em nós.
O PSD, em Oeiras, não é nem mais nem menos do que o retrato do PSD nacional. Um partido que não possui qualquer bandeira pela qual possa unir militantes e simpatizantes e se entrega sistematicamente à luta do poder interno.
Um partido não ganha eleições, nem congrega os seus simpatizantes, pensando unicamente no culto de um líder e praticando o caciquismo. Tem de ter projectos onde o eleitorado se reveja.
O PSD passou as eleições legislativas a falar do TGV e acabou na asfixia. Ainda não se conseguiu libertar dos cavaquistas que proliferam no partido, coisa que o PS conseguiu fazer, em relação aos soaristas, entrando na cena política, uma nova geração que mal ou bem, imprimiu outra dinâmica. Sabemos que o PS está carregado de gente déspota esclarecida, mas em face de um PSD que não inspira confiança, o eleitorado não arrisca a mudança.
Portanto, mais do que encontrar um líder para o PSD é necessário que esse líder possa aportar as “bandeiras” que vão ao encontro das expectativas do eleitorado, em geral.
Não me parece que carregando o “fardo” da credibilidade, da ética e da transparência se consiga alimentar o eleitorado e as suas grandes expectativas. A ética e transparência não se apregoam, praticam-se! E esse não tem sido o forte de nenhum partido, ao longo destes 35 anos de democracia.
É necessário criar objectivos e depois encontrar o líder. E a primeira qualidade do líder é saber gerir uma equipa, motivando-a e incentivando-a na prossecução dos objectivos. E para isso é necessário existir diálogo com as bases do partido, para que estes não se limitem a ser interventivos, na hora de votar e depois esquecidos pela elite, entretanto formada ao redor do líder.
Porque para votar, sabemos que é fácil…basta pôr em movimento os “gangs do multibanco” e inscrever a rapaziada dos bairros municipais, para estes votarem ou manter o sistema do rendimento de inserção social para ter as tropas disponíveis.
É bom que os partidos comecem dentro de si próprios a praticar a credibilidade, a transparência e a ética e que se deixem de retórica, antes que matem a democracia.
O PSD, em Oeiras, não é nem mais nem menos do que o retrato do PSD nacional. Um partido que não possui qualquer bandeira pela qual possa unir militantes e simpatizantes e se entrega sistematicamente à luta do poder interno.
Um partido não ganha eleições, nem congrega os seus simpatizantes, pensando unicamente no culto de um líder e praticando o caciquismo. Tem de ter projectos onde o eleitorado se reveja.
O PSD passou as eleições legislativas a falar do TGV e acabou na asfixia. Ainda não se conseguiu libertar dos cavaquistas que proliferam no partido, coisa que o PS conseguiu fazer, em relação aos soaristas, entrando na cena política, uma nova geração que mal ou bem, imprimiu outra dinâmica. Sabemos que o PS está carregado de gente déspota esclarecida, mas em face de um PSD que não inspira confiança, o eleitorado não arrisca a mudança.
Portanto, mais do que encontrar um líder para o PSD é necessário que esse líder possa aportar as “bandeiras” que vão ao encontro das expectativas do eleitorado, em geral.
Não me parece que carregando o “fardo” da credibilidade, da ética e da transparência se consiga alimentar o eleitorado e as suas grandes expectativas. A ética e transparência não se apregoam, praticam-se! E esse não tem sido o forte de nenhum partido, ao longo destes 35 anos de democracia.
É necessário criar objectivos e depois encontrar o líder. E a primeira qualidade do líder é saber gerir uma equipa, motivando-a e incentivando-a na prossecução dos objectivos. E para isso é necessário existir diálogo com as bases do partido, para que estes não se limitem a ser interventivos, na hora de votar e depois esquecidos pela elite, entretanto formada ao redor do líder.
Porque para votar, sabemos que é fácil…basta pôr em movimento os “gangs do multibanco” e inscrever a rapaziada dos bairros municipais, para estes votarem ou manter o sistema do rendimento de inserção social para ter as tropas disponíveis.
É bom que os partidos comecem dentro de si próprios a praticar a credibilidade, a transparência e a ética e que se deixem de retórica, antes que matem a democracia.
"Navis vetusta inepta deinceps est mari." [Apostólio 13.57] Barco velho acaba impróprio para o mar.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
AUTÁRQUICAS EM OEIRAS 2005/ 2009










As diferenças que se verificam nestes resultados, tem como tradução, trabalho, dedicação e amor a um concelho.E essa diferença é avaliada pelos Oeirenses.
Tudo o que se possa dizer mais, é mera retórica!
Parabéns aos Oeirenses por terem dado uma maioria significativa ao IOMAF. É o melhor reconhecimento que qualquer autarca deste país pode ter.
É ver a sua confiança reforçada nas eleições.
Bem hajam!
E a partir de hoje, voltemos ao trabalho, porque os compromissos são muitos.
E a partir de hoje, voltemos ao trabalho, porque os compromissos são muitos.
Muito se provou, depois deste acto eleitoral. Entre os diversos pontos que foram provados, tomo a liberdade de destacar:
1.º Afinal há reconhecimento na política;
2.ºEntre a obra feita e o cumprimento das promessas, não há retórica de "alfarrobista" que iluda o eleitor;
3.º Que ninguém pode pôr em causa a obra de Isaltino Morais, pois sem o reconhecimento da sua obra não seria possível, quer em 2005 quer em 2009, sair vencedor e continuar a merecer a confiança dos eleitores.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
MARCOS PERESTRELO APOIA ISALTINO
Depois do Sócrates e do Alegre terem dado o seu apoio a Perestrelo, este acaba por apoiar Isaltino. Vamos seguir a recomendação de Perestrelo e votar Isaltino, no próximo dia 11 de Outubro.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS E A COMUNICAÇÃO SOCIAL
A televisão, em particular, só transmite as notícias da deslocação dos líderes partidários, no apoio aos candidatos às eleições autárquicas dos seus partidos.
Parece que não existe mais nada no espaço autárquico, por esse país fora.
Acabaram-se as eleições legislativas, mas a televisão dá a entender ao público que as mesmas continuam, mostrando os líderes a apoiar os seus candidatos às eleições autárquicas.
Vivemos uma falsa democracia! Esta é controlada pelas máquinas partidárias. De norte a sul do país, existem dezenas de candidaturas independentes que não beneficiam da divulgação das suas campanhas na televisão, porque não têm um Presidente de partido ou um Secretário-geral a visitá-las.
E mais grave é esta situação, porque em todos os Concelhos, existem vários partidos políticos a concorrer. Também estes, não são privilegiados em televisão, se o seu líder partidário não aparecer para os apoiar.
Que raio de democracia é esta? Que isenção tem os meios de comunicação social que andam a reboque dos líderes partidários a realizar reportagens como se mais nada existisse?
Para que serve a Comissão Nacional de Eleições? Já que nada diz sobre esta informação encapotada, onde só aparecem os líderes partidários em visitas de apoio aos concorrentes às eleições autárquicas, nos diversos concelhos?
A democracia está repleta de princípios, que não passam de isso mesmo, princípios. E que são diariamente violados. Principio da igualdade, da proporcionalidade, da equidade e por aí fora. É tudo treta! Antes do 25 de Abril queixavam-se os “democratas” que não existiam partidos, que não havia liberdade de expressão, não havia opção política, etc.
E agora, há? Das dezenas de grupos de Cidadãos que se propõe candidatar às eleições autárquicas, por esse país fora, já alguém ouviu falar deles na televisão? Então, não há grupos de cidadãos a concorrer às Câmaras de Matosinhos, de Valongo, de Coruche, da Amadora, de Gondomar, de Felgueiras, de Marco de Canavezes, de Alcobaça e de tantas outras?
Ao longo desta campanha, parece que só existe Lisboa e Porto e, mais os Concelhos onde vai o Secretário-geral do partido socialista. Todos os dias as televisões nos dão estas notícias.
Até nas eleições autárquicas o país só gravita em volta dos partidos. O que não havia antes do 25 de Abril de 1974 sobeja agora, de intoxicação partidária, colocando de lado os interesses das populações locais e as suas aspirações.
E viva a democracia!
« Demens est quisquis praestat errori fidem. » [Publílio Siro] Quem confia numa coisa errada não tem juízo.
Parece que não existe mais nada no espaço autárquico, por esse país fora.
Acabaram-se as eleições legislativas, mas a televisão dá a entender ao público que as mesmas continuam, mostrando os líderes a apoiar os seus candidatos às eleições autárquicas.
Vivemos uma falsa democracia! Esta é controlada pelas máquinas partidárias. De norte a sul do país, existem dezenas de candidaturas independentes que não beneficiam da divulgação das suas campanhas na televisão, porque não têm um Presidente de partido ou um Secretário-geral a visitá-las.
E mais grave é esta situação, porque em todos os Concelhos, existem vários partidos políticos a concorrer. Também estes, não são privilegiados em televisão, se o seu líder partidário não aparecer para os apoiar.
Que raio de democracia é esta? Que isenção tem os meios de comunicação social que andam a reboque dos líderes partidários a realizar reportagens como se mais nada existisse?
Para que serve a Comissão Nacional de Eleições? Já que nada diz sobre esta informação encapotada, onde só aparecem os líderes partidários em visitas de apoio aos concorrentes às eleições autárquicas, nos diversos concelhos?
A democracia está repleta de princípios, que não passam de isso mesmo, princípios. E que são diariamente violados. Principio da igualdade, da proporcionalidade, da equidade e por aí fora. É tudo treta! Antes do 25 de Abril queixavam-se os “democratas” que não existiam partidos, que não havia liberdade de expressão, não havia opção política, etc.
E agora, há? Das dezenas de grupos de Cidadãos que se propõe candidatar às eleições autárquicas, por esse país fora, já alguém ouviu falar deles na televisão? Então, não há grupos de cidadãos a concorrer às Câmaras de Matosinhos, de Valongo, de Coruche, da Amadora, de Gondomar, de Felgueiras, de Marco de Canavezes, de Alcobaça e de tantas outras?
Ao longo desta campanha, parece que só existe Lisboa e Porto e, mais os Concelhos onde vai o Secretário-geral do partido socialista. Todos os dias as televisões nos dão estas notícias.
Até nas eleições autárquicas o país só gravita em volta dos partidos. O que não havia antes do 25 de Abril de 1974 sobeja agora, de intoxicação partidária, colocando de lado os interesses das populações locais e as suas aspirações.
E viva a democracia!
« Demens est quisquis praestat errori fidem. » [Publílio Siro] Quem confia numa coisa errada não tem juízo.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
OEIRAS ESTÁ DE PARABÉNS

O candidato independente, Isaltino Morais, consegue uma maioria, que pode ser relativa ou absoluta de mandatos (entre 39% a 43,2%), enquanto o PSD cai em relação há quatro anos. O PS ascende, por seu lado, a segunda força política em Oeiras, em termos de percentagem.“Isaltino -Oeiras Mais à Frente” é o lema da candidatura de Isaltino.Isabel Meireles é a candidata do PSD, numa coligação com o CDS-PP e o PPM. O resultado da sondagem indica um resultado entre os 16,9% e os 20,7%.Quem mais sobe é o PS, com a candidatura de Marcos Perestrelo, que saiu pela porta pequena, da vice- presidência da Câmara de Lisboa. As previsões indicam uma votação entre os 21,2% e os 25%.O Bloco de Esquerda situa-se entre os 4,3% e os 6,1%, um resultado insuficiente para entrar no executivo camarário.A CDU regista, nesta sondagem, um resultado entre 7,2% e 9,4% e tem em dúvida o mandato na vereação que detém.Ao aumentar a sua margem, Isaltino Morais tem uma previsão de cinco a seis mandatos, seguido do PS, com dois a três, e a coligação liderada pelo PSD, com dois a três representantes e a eventualidade da CDU manter um lugar na vereação.
A verificarem-se estes números, a Candidatura Isaltino -Oeiras Mais à Frente, aumentara o seu número de mandatos, entre 25 a 50%.
A verificarem-se estes números, a Candidatura Isaltino -Oeiras Mais à Frente, aumentara o seu número de mandatos, entre 25 a 50%.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
MARCOS QUER ABRIR “BATACLAN” EM OEIRAS
Diz o jornal Público que o Marcos quer promover, em Oeiras, a abertura de “bataclan`s”, na frente ribeirinha.Finalmente, Marcos define-se como empresário da noite.
E como a malta, não tem transportes nocturnos em Lisboa, quando vai beber uns copos, que é a capital, onde ele esteve, até ser despedido, vai além do metro e do alargamento da A5, pôr autocarros a circular à noite em Oeiras, deixando os clientes à porta de casa. Propôs a criação de uma carreira de autocarros nocturnos, o Combus, autocarro do concelho lançado pela autarquia com preços reduzidos para a população carenciada.
Já estou a ver os autocarros do “Combus” a tresandarem a álcool e com vomitado, a circular, no dia seguinte, e a levar os munícipes à farmácia, ao centro de saúde e a outros lugares. E como a “malta” já vinha “tesa que nem um carapau,” os preços seriam sociais.
Os autocarros seriam equipados com música ambiente e seria permitido fumar uns “charros”. Quanto a bebidas alcoólicas é que serão proibidas, mas estará disponível um serviço de “catering” com “Águas das Pedras” e “Alka Seltzer”.
Marco Perestrelo divulgou a sua proposta durante uma acção de campanha na noite de ontem, com a Juventude Socialista, para “mostrar que em Oeiras não há espaços de diversão” e que os jovens “têm de ir para os subúrbios de Cascais ou para Lisboa”.
Até que enfim que aparece um candidato com ideias mesmo originais. Vou tomar é um “Gurosan”, porque estou embriagado com tanta ideia “louca”.
Já estou a ver os autocarros do “Combus” a tresandarem a álcool e com vomitado, a circular, no dia seguinte, e a levar os munícipes à farmácia, ao centro de saúde e a outros lugares. E como a “malta” já vinha “tesa que nem um carapau,” os preços seriam sociais.
Os autocarros seriam equipados com música ambiente e seria permitido fumar uns “charros”. Quanto a bebidas alcoólicas é que serão proibidas, mas estará disponível um serviço de “catering” com “Águas das Pedras” e “Alka Seltzer”.
Marco Perestrelo divulgou a sua proposta durante uma acção de campanha na noite de ontem, com a Juventude Socialista, para “mostrar que em Oeiras não há espaços de diversão” e que os jovens “têm de ir para os subúrbios de Cascais ou para Lisboa”.
Até que enfim que aparece um candidato com ideias mesmo originais. Vou tomar é um “Gurosan”, porque estou embriagado com tanta ideia “louca”.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
A VINGANÇA DO ZÉ

Mãezinha!
Ontem não tive tempo e fechei a carta, antes de te contar o que vou fazer. Tive que preparar, com o Pereira, a resposta ao Aníbal. Chegou a hora da vingança. É que ele andou a brincar comigo, a vetar os diplomas que eu com tanto carinho queria pôr na rua, mas agora quem brinca sou eu.
Está tramado comigo. Quer voltar a ser eleito? “Ganda” maluco. Não digas a ninguém, mas já prometi, ao Alegre, que o apoiava.
Entretanto, já reuni com o Lino e vamos mesmo fazer o comboio, aquele que é muito rápido, sabes? Sim. O TGV. Vamos poupar pelo menos 15 minutos no trajecto Lisboa/Porto. Não é fantástico?
Embora nós não sejamos um país com dimensão continental, onde faz sentido este tipo de transporte, eu adoro comboios.
Eu sei, mãezinha que eles não existem em países como a Noruega, a Suécia, a Holanda e muitos outros países ricos. Mas nós não podemos ficar fora da Europa. E o que é que vai acontecer a estes países que não têm TGV? É lógico, mãezinha. Vão ser obrigados a tomar o TGV na “Gare do Oriente.” Bem feito!
E depois ainda dizem que nós é que somos os atrasados.
Têm melhores escolas, melhores infantários, melhores centros para idosos? Oh, mãezinha? Comparar um TGV com escolas, creches e lares para idosos? Francamente! Isso não dá nas vistas. E depois, é como disse a Manuela…é estarmos a investir para trabalharem os Cabo Verdianos e os Ucranianos. Com o TGV vamos dar emprego é aos jovens licenciados em Sociologia, Antropologia, História, Professores, Enfermeiros, e outras profissões e aproveitamos, e metemo-los nos “carris”.
Também o que é que poderíamos fazer com os 7,5 mil milhões de euros? Mãezinha, isso dava para quê? Deixa lá ver: 1.000 creches a um milhão de euros cada uma, mais 1.000 centros de dia para idosos, a um milhão de euros cada um e sobrava para aí, 3,5 mil milhões. Postos a prazo, daria…não vale a pena continuar a fazer contas. Eu quero é o TGV, já disse!
A oposição andou a brincar aos comboios, agora vai ver! Quem brinca sou eu!
Mas não digas nada a ninguém, pois parece que andam por aí a fazer escutas por tudo e por nada. Nem nos emails podemos confiar, por isso é que te mando esta cartinha.
Beijocas do tê filho!
PS: Já fechei a carta, mas tenho de te perguntar: Tens acompanhado aqueles malucos do António e do Marcos? Agora aprenderam comigo e também já só falam em comboios. O que eu não gostei muito foi de andarem a falar de Hospitais. Já tive que contratar uma série de médicos de família, Cubanos e Ucranianos e eles andam, por aí, a prometer Hospitais?
Tenho que os meter nos “carris”. E se não se portarem bem, vão nos carris de alta velocidade. Pimba!
"Vindicta tarda sed gravis". [Erasmo, Adagia 3.9.27] A vingança demora, mas é violenta.
Ontem não tive tempo e fechei a carta, antes de te contar o que vou fazer. Tive que preparar, com o Pereira, a resposta ao Aníbal. Chegou a hora da vingança. É que ele andou a brincar comigo, a vetar os diplomas que eu com tanto carinho queria pôr na rua, mas agora quem brinca sou eu.
Está tramado comigo. Quer voltar a ser eleito? “Ganda” maluco. Não digas a ninguém, mas já prometi, ao Alegre, que o apoiava.
Entretanto, já reuni com o Lino e vamos mesmo fazer o comboio, aquele que é muito rápido, sabes? Sim. O TGV. Vamos poupar pelo menos 15 minutos no trajecto Lisboa/Porto. Não é fantástico?
Embora nós não sejamos um país com dimensão continental, onde faz sentido este tipo de transporte, eu adoro comboios.
Eu sei, mãezinha que eles não existem em países como a Noruega, a Suécia, a Holanda e muitos outros países ricos. Mas nós não podemos ficar fora da Europa. E o que é que vai acontecer a estes países que não têm TGV? É lógico, mãezinha. Vão ser obrigados a tomar o TGV na “Gare do Oriente.” Bem feito!
E depois ainda dizem que nós é que somos os atrasados.
Têm melhores escolas, melhores infantários, melhores centros para idosos? Oh, mãezinha? Comparar um TGV com escolas, creches e lares para idosos? Francamente! Isso não dá nas vistas. E depois, é como disse a Manuela…é estarmos a investir para trabalharem os Cabo Verdianos e os Ucranianos. Com o TGV vamos dar emprego é aos jovens licenciados em Sociologia, Antropologia, História, Professores, Enfermeiros, e outras profissões e aproveitamos, e metemo-los nos “carris”.
Também o que é que poderíamos fazer com os 7,5 mil milhões de euros? Mãezinha, isso dava para quê? Deixa lá ver: 1.000 creches a um milhão de euros cada uma, mais 1.000 centros de dia para idosos, a um milhão de euros cada um e sobrava para aí, 3,5 mil milhões. Postos a prazo, daria…não vale a pena continuar a fazer contas. Eu quero é o TGV, já disse!
A oposição andou a brincar aos comboios, agora vai ver! Quem brinca sou eu!
Mas não digas nada a ninguém, pois parece que andam por aí a fazer escutas por tudo e por nada. Nem nos emails podemos confiar, por isso é que te mando esta cartinha.
Beijocas do tê filho!
PS: Já fechei a carta, mas tenho de te perguntar: Tens acompanhado aqueles malucos do António e do Marcos? Agora aprenderam comigo e também já só falam em comboios. O que eu não gostei muito foi de andarem a falar de Hospitais. Já tive que contratar uma série de médicos de família, Cubanos e Ucranianos e eles andam, por aí, a prometer Hospitais?
Tenho que os meter nos “carris”. E se não se portarem bem, vão nos carris de alta velocidade. Pimba!
"Vindicta tarda sed gravis". [Erasmo, Adagia 3.9.27] A vingança demora, mas é violenta.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
ESTOU TÃO CONTENTE, MÃEZINHA!
Mãezinha, mãezinha! Estou tão feliz!Estava a ver que isto se podia voltar ao contrário, mas não. Conseguimos, mãezinha! Pelo menos por mais dois anos, vamos aguentar isto. Até lá, se o primo quiser vir até cá, está à vontade.
Agora, estou um bocadinho aflito, sem saber bem, como é que hei-de orientar as coisas. Se viro para a direita ou se viro para a esquerda. Mas, se viro para a esquerda, aqueles malucos querem logo nacionalizar isto tudo. Não sei não, mãezinha! É que primeiro, eles dizem que é só os bancos, os seguros, mais a Galp e isto, e mais aquilo, e às duas por três, ainda ficamos sem as casinhas que comprámos com tanto sacrifício àquele “offshore”.
Se me viro para a direita estou, também, tramado, por causa daquelas coisas fracturantes. Sim o casamento desses, mais a morte dos outros e depois, ainda vão querer que meta mais não sei quantos polícias no quadro e eu não tenho dinheiro para isso.
Agora, vou esperar pelo Aníbal e ver como é. Até lá, tenho de dar uma ajudinha aqui ao António, porque se não, o tipo não ganha a Câmara. E eu preciso de mais essa vitória. Ah, Sintra e Cascais, fica para depois, até porque eu não fui parvo e garanti que as minhas amigas fossem para Bruxelas. Tramado está o Marcos. O Isaltino vai dar-lhe uma trepa e, depois, eu é que tenho de lhe arranjar um lugar numa Secretaria de Estado, qualquer. Se calhar, como ele tem jeito para isso e está na moda, vou criar a Secretaria de Estado das Ciclovias. Um projecto em que a malta possa ir de bicicleta até à estação do metro e depois, vai de metro até ao Bugio.
Sim, porque estive a pensar e para ajudar o Marcos, vou dizer que o aeroporto já não vai ser em Alcochete, mas em Oeiras, no Bugio. Tem mais possibilidades de expansão, fica perto da capital e assim, ele ainda vai prometer que trás mais uma carrada de empresas daquelas que fabricam “Magalhães”, para continuarmos a nossa aposta na tecnologia dos computadores. O “Magalhães” já passou de moda? Não, mãezinha! Eu suspendi a coisa, mas já falei com o meu homónimo, “Hugo Chavez da Venezuela”, para mandar mais umas carradas daquilo para lá. Não, mãezinha, para Angola não dá, porque se não, eles vêm cá e compram isto tudo. Não sabias que eu agora sou conhecido como o “Hugo Chavez da Covilhã”? Não é giro, mãezinha? É por causa daquele ar “revolucionário” que eu de vez em quando ponho. Mas, agora vou ter de continuar a fazer de santinho. Não é que resultou? Também pudera, a Manela ajudou imenso. Enquanto aqueles tipos andarem nestas coisas de credibilidade, ética e transparência, a malta vai papando isto tudo. É que eles não encontram ninguém lá no partido deles que venda tanta ética como o Alegre.
Este sim! É de esquerda! E como nunca esteve nestas coisas do Governo e das autarquias, ninguém pode dizer mal dele. Estás a ver, mãezinha? Não se podem gastar os trunfos todos. Temos que ter cartas na manga. E enquanto eles vão palrando, nós mostramos aquilo que valemos.
Eles metem nas listas gente duvidosa e eu tiro da lista a “transparência”. Queres mais transparência do que esta, mãezinha?
"Ante ruinam exaltatur spiritus." [Vulgata, Provérbios 16.18] O espírito eleva-se antes da queda.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
E ASSIM VAI ESTE PAÍS!
Uma vez mais, a “Abstenção” ganhou!Foi a indiferença quem mais votos obteve. Depois, felizmente, assistiu-se à queda significativa do Partido Socialista, que mesmo assim logrou ganhar, com maioria relativa, as eleições legislativas.
Na minha opinião, há dois partidos que estão de parabéns: O BE e o CDS. Foram na realidade e de modo inquestionável, os grandes ganhadores destas eleições.
Creio que qualquer um deles granjeou a oportunidade de colher os descontentamentos do povo português.
Vou ter imenso interesse em verificar o que se vai passar nos próximos dois anos. Digo dois anos, porque vaticino que teremos novas eleições.
Pena é que os partidos, instalados no poder, não tenham a coragem de deitar fora a Constituição da República, em vigor, que é um empecilho a uma política de verdade. Desde logo, no que diz respeito ao sistema político.
Até lá, iremos continuar a ver o aumento do desemprego na classe jovem, que hoje já representa mais de 20%, entre a faixa etária dos 20 aos 30 anos.
As universidades a vomitarem licenciados que depois ficam no desemprego, atingindo já o seu número mais de 50.000.
Quanto à justiça vamos vê-la parada, mas mais grave do que isso, partidarizada.
Vamos continuar a ter um primeiro-ministro que acumula suspeitas atrás de suspeitas e casos no mínimo estranhos.
Mas, o mais grave, e que não foi discutido na campanha eleitoral, por inabilidade do maior partido da oposição, é o desemprego, cuja taxa oficial é de 9,3%, mas que as previsões da OCDE, já vaticinam, para 2010, 11,7%.
E para os que ainda têm emprego, vamos continuar a ter uma carga fiscal brutal que irá continuar a empobrecer a classe média, os únicos que pagam impostos.
Uma escola pública obrigada a fabricar sucesso educativo estatístico, sem pensarem que estão a hipotecar a produtividade das empresas, pois os alunos que saem da escola com grandes insuficiências, vão tentar continuar a sua medíocre aprendizagem, nas empresas.
E assim vai este país! Haja alegria. Pobrete, mas alegrete!
“Pereunt auxilium qui dant suis hostibus.” Quem ajuda a seus inimigos, perde-se.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
NÓS SOMOS A SOLUÇÃO!
Isaltino recebe do Ministro Vieira da Silva o prémio para o melhor Concelho para Trabalhar (2009)A infelicidade da campanha do Perestrelo é notória. Foram colocados na rua, "outdoors" com a imagem de Vieira da Silva, como candidato a presidente da Assembleia Municipal e do Perestrelo, com o slogan " NÓS SOMOS A SOLUÇÃO", em vez de dizerem, "NÓS SOMOS O PROBLEMA"!
Recordo que em 2005, o Partido Socialista apresentou como candidato à Assembleia Municipal, o Ministro Mário Lino, aquele do "jamais", que nem se dignou a tomar posse do lugar.
Em 2009, temos mais um Ministro que só se apresenta como candidato, pois não irá tomar posse,também. Mas, o mais curioso é que dizem que são a solução. A solução foi demonstrada, quando Vieira da Silva entregou a Isaltino, em 2009, o prémio "Great Place to Work Institute Portugal", que reconhece Oeiras como o melhor Concelho de Portugal para se trabalhar, tendo em vista a qualidade das empresas que aqui estão instaladas. A Microsoft recebeu o prémio para melhor empresa para trabalhar. Candidataram-se a este galardão, concelhos como Lisboa(parece que foi de lá que o funcionário do Partido Socialista Perestrelo foi despedido), Sintra, Amadora, Guimarães e Porto.
Com este galardão, o Perestrelo e o Vieira da Silva são solução para quê? Só se for para apresentarem soluções que são da competência do Governo.
Porque as soluções para o Concelho, têm sido encontradas por Isaltino Morais, ao longo destes 20 anos.
Tal é o desespero, com que se apresentam nestas eleições, que até caiem no ridículo!
"Ridiculum est custode indigere custodem." [Platão / K.W.Wójcicki, Biblioteka 180] É ridículo um guardião precisar de guardião.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
CARTA PARA O MÊ FILHO

Mê rico filho!
Não te zangues agora. Não é altura para fazer uma daquelas birras que tu fazias quando eras pequenino, e andavas a fazer construções na areia, e dizias que querias ser “ingenheiro”, desse por onde desse.
Eles andam a dizer essas coisas que é para te arreliarem! Não ligues. Tem é cuidado com aqueles dois que parece que querem ser maquinistas do metro. Eles é metro para aqui, metro para ali. Não te basta já aquela polémica do TGV que tu prometes-te ao Sapateiro ou lá como ele se chama? Zezinho, filho…mas ainda há Sapateiros? Pensava eu, que agora, com as novas oportunidades, tinham passado a “Técnicos Superiores de Solas e Tacões”.
Se fosses esperto, aproveitavas agora, para fazer render o peixe sobre aquele que é preto (mas o homem é preto ou é branco?), mais aquela de Algés. E eu que pensava que essa coisa da zona J de Chelas era só no teu partido. Afinal, eles vão todos ao mesmo lado buscar os votezitos que são necessários para serem os chefes da tribo. Ai os índios!
E esta malta, que não lhe chega o rendimento mínimo, ainda aproveita esta coisa da “democracia” para sacarem mais uns “tostõezitos”.
Agora, gostei muito de ter ver a fazer de cómico. Tu fazes cada papelão. Eu bem te disse que o teu futuro não era ser “ingenheiro”. Diz lá se a mãezinha não tinha razão?
Ah! Tive a falar com o tê primo, e ele diz que está em Cabinda, a vender açúcar à colher, e que não volta tão cedo. E se perderes esta coisa é que não volta mesmo. Até lá, manda-te beijinhos lambuzados de açúcar.
Escrevi-te estas palavrinhas simples, só para te acalmar e relaxar. Bem precisas de manter essa aparência até ao dia 27. Depois, já podes ser tu outra vez, na pele de “Hugo Chavez da Covilhã”.
Beijinhos. Fico à espera duma cartinha tua. Saudades e Xanax!
PS: Fechei a carta e esqueci-me de te mandar o Xanax. Pede aí a um tipo qualquer que compre isso, mesmo sem receita. Mas não compres genéricos.
Não te zangues agora. Não é altura para fazer uma daquelas birras que tu fazias quando eras pequenino, e andavas a fazer construções na areia, e dizias que querias ser “ingenheiro”, desse por onde desse.
Eles andam a dizer essas coisas que é para te arreliarem! Não ligues. Tem é cuidado com aqueles dois que parece que querem ser maquinistas do metro. Eles é metro para aqui, metro para ali. Não te basta já aquela polémica do TGV que tu prometes-te ao Sapateiro ou lá como ele se chama? Zezinho, filho…mas ainda há Sapateiros? Pensava eu, que agora, com as novas oportunidades, tinham passado a “Técnicos Superiores de Solas e Tacões”.
Se fosses esperto, aproveitavas agora, para fazer render o peixe sobre aquele que é preto (mas o homem é preto ou é branco?), mais aquela de Algés. E eu que pensava que essa coisa da zona J de Chelas era só no teu partido. Afinal, eles vão todos ao mesmo lado buscar os votezitos que são necessários para serem os chefes da tribo. Ai os índios!
E esta malta, que não lhe chega o rendimento mínimo, ainda aproveita esta coisa da “democracia” para sacarem mais uns “tostõezitos”.
Agora, gostei muito de ter ver a fazer de cómico. Tu fazes cada papelão. Eu bem te disse que o teu futuro não era ser “ingenheiro”. Diz lá se a mãezinha não tinha razão?
Ah! Tive a falar com o tê primo, e ele diz que está em Cabinda, a vender açúcar à colher, e que não volta tão cedo. E se perderes esta coisa é que não volta mesmo. Até lá, manda-te beijinhos lambuzados de açúcar.
Escrevi-te estas palavrinhas simples, só para te acalmar e relaxar. Bem precisas de manter essa aparência até ao dia 27. Depois, já podes ser tu outra vez, na pele de “Hugo Chavez da Covilhã”.
Beijinhos. Fico à espera duma cartinha tua. Saudades e Xanax!
PS: Fechei a carta e esqueci-me de te mandar o Xanax. Pede aí a um tipo qualquer que compre isso, mesmo sem receita. Mas não compres genéricos.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O DEBATE SOBRE OEIRAS NA TVI24

Quando foi anunciado o programa televisivo, no canal TVI24, sobre as eleições autárquicas em Oeiras, pensei que iríamos ser brindados com a exposição e troca de ideias dos candidatos a presidentes de câmara, sobre o que iriam fazer para dar continuidade ao futuro de Oeiras e aos novos desafios que se colocam, nos próximos quatro anos.
Infelizmente, não foi o que se passou.
Porque, nem todos os candidatos estiveram presentes…foi esquecido o candidato do PCTP-MRPP. Já agora, quando se fazem debates com cinco candidatos, porque não com seis, tornando ainda menos possível e audível qualquer proposta, a não ser, discutir o muito discutido processo judicial de Isaltino Morais?
Tenham dó! Se essa continua a ser a estratégia dos candidatos, dos principais partidos, concorrentes às eleições autárquicas, à câmara municipal de Oeiras, não muito obrigado! Porque como Oeirense, independentemente da minha opção, gosto sim, é de debates que permitam trazer futuro para Oeiras.
Mas, deixem-me que teça alguns comentários, que são pertinentes, depois da observação do esquecimento ou não, do candidato do MRPP.
Começo logo, pela incapacidade que o moderador teve e me parece que tem, para poder moderar um debate com cinco intervenientes, em que o visado é sempre o mesmo, Isaltino Morais, não sendo permitido, a este, o contraditório de cada uma das intervenções, que tiveram como único objectivo mediático - o processo judicial de Isaltino Morais.
À partida, com a exclusão do candidato do BE, todos os demais utilizaram o processo judicial para esgotar, cerca de 30 minutos de um debate que deveria ter como pressuposto os projectos e ideias para o mandato que se avizinha, 2009/2013, à câmara de Oeiras.
A candidata Isabel Meireles, ao bom estilo “mendista”, iniciou a sua intervenção, com a postura de menina repleta de candura, acabando por fazer estalar o verniz, um pouco mais à frente.
Já o candidato da CDU, fazendo jus à sua tradição de pessoa cordial, realizou o intróito do debate, dando a conhecer o seu sentimento sobre o processo de que é alvo Isaltino Morais, de um modo elegante. Mas, mais não disse! Até porque o debate entrou, pelo lado do Marquitos, pelo estilo da zona J de Chelas (não nos vamos esquecer que ele esteve com um contrato a termo certo, na Câmara de Lisboa, até ter sido despedido), acabando na Isabel Meireles, com a sua postura de dona de casa que foi às compras à "Feira Internacional de Carcavelos" e que não conseguiu devolver a peça que tinha comprado e usado e sobre a qual apresentava, depois, reclamação. Veio-me à lembrança, o grito de vendas da FIC “Roupa de qualidade -Dolce Gabbana- feita à mão por esta cigana”.
Quanto ao Marcos, gostaria de dizer que a sua entrada, tentando apresentar uma ironia pouco inventiva e assaz ultrapassada, procurando situar Isaltino Morais como um “velhinho” dos tempos de “Gorbachev”, o veio colocar na posição de “puto”.
Os “putos” é que costumam dizer que os pais são “cotas”.
Mas já que estamos a falar de “cotas”, gostaria de lembrar ao funcionário do Partido Socialista, Marcos Perestrelo, que está a ofender os “cotas” do partido socialista que lhe tem garantido o seu salário, desde que ingressou, aos 22 anos de idade na “jota”:
Entre vários exemplos, temos Manuel Alegre, reputado anti – fascista, poeta e deputado desde a Constituinte, passando pela I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX e X legislatura.
Almeida Santos, deputado do partido socialista desde a primeira legislatura e tantos outros, homens de grande craveira política e humanista, no partido socialista, começando pelo seu actual patrão, José Pinto de Sousa.
Por outro lado, os anos que Isaltino Morais tem à frente dos destinos da Câmara Municipal de Oeiras, foram todos eles seguidos, pelos “cotas” do partido socialista que, juntamente com os “cotas” do PSD e da CDU, realizaram trabalho como Vereadores e como deputados na Assembleia Municipal, ao longo destes anos.
Mas já nada me surpreende, quando o amigo Marcos até já disse mal do candidato que tem na sua lista e actual Vereador, como número dois.
Parece que os seus camaradas nunca foram Vereadores na Câmara de Oeiras, durante estes anos e que não são, solidariamente, responsáveis pelo que está “melhor” e “pior” no Concelho. E o puto, o que é que andou a fazer estes anos, enquanto os seus camaradas andaram a trabalhar, com grande dedicação, honra seja feita, para contribuir para o desenvolvimento e qualidade do Concelho de Oeiras?
Eu vou dizer!
Em 1993, ainda estudante, ingressou no Partido Socialista. Assim que acabou o curso, o António Costa, aquele que agora o despediu de vice-presidente da Câmara de Lisboa, deu-lhe emprego como adjunto, quando António Costa esteve no Ministério do Assuntos Parlamentares.
Este emprego durou até 1999. Neste ano, assume o emprego de chefe de gabinete do Secretário de Estado da Administração Interna, Luís Patrão.
Subindo sempre na hierarquia do Partido Socialista, pelos bons ofícios prestados como funcionário, em 2004, com a ascensão do líder incontestado, “Hugo Chavez da Covilhã”, ao poder, é nomeado membro do Secretariado Nacional do PS, função que ainda mantém.
Graças a esta promoção na “empresa”, em 2005 vai até à “Assembleia da República”, onde esteve como deputado, até agora.
Em 2007, com as eleições intercalares em Lisboa, vai como segundo candidato na lista de António Costa, à Câmara Municipal de Lisboa. Não se aguenta muito tempo. António Costa, farto das suas posições “Só cretinas”, dispensa o mesmo em 2008.
Neste momento, Marcos é um funcionário do Partido Socialista, sem vencimento.
E desesperado, como todos os que não tem vencimento no final do mês, pensa que é deste jeito que se vai bater como candidato a presidente da Câmara de Oeiras, porque foi para aqui que o partido o mandou. É preciso amar Oeiras para se ter ideias sobre Oeiras! Não basta ser funcionário do partido.
Espinhosa e inglória missão!
“Malitia deterrima omnibus vitiis est”. [Apuleio, De Dogmate Platonis 2] A maldade é o pior de todos os defeitos.
Infelizmente, não foi o que se passou.
Porque, nem todos os candidatos estiveram presentes…foi esquecido o candidato do PCTP-MRPP. Já agora, quando se fazem debates com cinco candidatos, porque não com seis, tornando ainda menos possível e audível qualquer proposta, a não ser, discutir o muito discutido processo judicial de Isaltino Morais?
Tenham dó! Se essa continua a ser a estratégia dos candidatos, dos principais partidos, concorrentes às eleições autárquicas, à câmara municipal de Oeiras, não muito obrigado! Porque como Oeirense, independentemente da minha opção, gosto sim, é de debates que permitam trazer futuro para Oeiras.
Mas, deixem-me que teça alguns comentários, que são pertinentes, depois da observação do esquecimento ou não, do candidato do MRPP.
Começo logo, pela incapacidade que o moderador teve e me parece que tem, para poder moderar um debate com cinco intervenientes, em que o visado é sempre o mesmo, Isaltino Morais, não sendo permitido, a este, o contraditório de cada uma das intervenções, que tiveram como único objectivo mediático - o processo judicial de Isaltino Morais.
À partida, com a exclusão do candidato do BE, todos os demais utilizaram o processo judicial para esgotar, cerca de 30 minutos de um debate que deveria ter como pressuposto os projectos e ideias para o mandato que se avizinha, 2009/2013, à câmara de Oeiras.
A candidata Isabel Meireles, ao bom estilo “mendista”, iniciou a sua intervenção, com a postura de menina repleta de candura, acabando por fazer estalar o verniz, um pouco mais à frente.
Já o candidato da CDU, fazendo jus à sua tradição de pessoa cordial, realizou o intróito do debate, dando a conhecer o seu sentimento sobre o processo de que é alvo Isaltino Morais, de um modo elegante. Mas, mais não disse! Até porque o debate entrou, pelo lado do Marquitos, pelo estilo da zona J de Chelas (não nos vamos esquecer que ele esteve com um contrato a termo certo, na Câmara de Lisboa, até ter sido despedido), acabando na Isabel Meireles, com a sua postura de dona de casa que foi às compras à "Feira Internacional de Carcavelos" e que não conseguiu devolver a peça que tinha comprado e usado e sobre a qual apresentava, depois, reclamação. Veio-me à lembrança, o grito de vendas da FIC “Roupa de qualidade -Dolce Gabbana- feita à mão por esta cigana”.
Quanto ao Marcos, gostaria de dizer que a sua entrada, tentando apresentar uma ironia pouco inventiva e assaz ultrapassada, procurando situar Isaltino Morais como um “velhinho” dos tempos de “Gorbachev”, o veio colocar na posição de “puto”.
Os “putos” é que costumam dizer que os pais são “cotas”.
Mas já que estamos a falar de “cotas”, gostaria de lembrar ao funcionário do Partido Socialista, Marcos Perestrelo, que está a ofender os “cotas” do partido socialista que lhe tem garantido o seu salário, desde que ingressou, aos 22 anos de idade na “jota”:
Entre vários exemplos, temos Manuel Alegre, reputado anti – fascista, poeta e deputado desde a Constituinte, passando pela I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX e X legislatura.
Almeida Santos, deputado do partido socialista desde a primeira legislatura e tantos outros, homens de grande craveira política e humanista, no partido socialista, começando pelo seu actual patrão, José Pinto de Sousa.
Por outro lado, os anos que Isaltino Morais tem à frente dos destinos da Câmara Municipal de Oeiras, foram todos eles seguidos, pelos “cotas” do partido socialista que, juntamente com os “cotas” do PSD e da CDU, realizaram trabalho como Vereadores e como deputados na Assembleia Municipal, ao longo destes anos.
Mas já nada me surpreende, quando o amigo Marcos até já disse mal do candidato que tem na sua lista e actual Vereador, como número dois.
Parece que os seus camaradas nunca foram Vereadores na Câmara de Oeiras, durante estes anos e que não são, solidariamente, responsáveis pelo que está “melhor” e “pior” no Concelho. E o puto, o que é que andou a fazer estes anos, enquanto os seus camaradas andaram a trabalhar, com grande dedicação, honra seja feita, para contribuir para o desenvolvimento e qualidade do Concelho de Oeiras?
Eu vou dizer!
Em 1993, ainda estudante, ingressou no Partido Socialista. Assim que acabou o curso, o António Costa, aquele que agora o despediu de vice-presidente da Câmara de Lisboa, deu-lhe emprego como adjunto, quando António Costa esteve no Ministério do Assuntos Parlamentares.
Este emprego durou até 1999. Neste ano, assume o emprego de chefe de gabinete do Secretário de Estado da Administração Interna, Luís Patrão.
Subindo sempre na hierarquia do Partido Socialista, pelos bons ofícios prestados como funcionário, em 2004, com a ascensão do líder incontestado, “Hugo Chavez da Covilhã”, ao poder, é nomeado membro do Secretariado Nacional do PS, função que ainda mantém.
Graças a esta promoção na “empresa”, em 2005 vai até à “Assembleia da República”, onde esteve como deputado, até agora.
Em 2007, com as eleições intercalares em Lisboa, vai como segundo candidato na lista de António Costa, à Câmara Municipal de Lisboa. Não se aguenta muito tempo. António Costa, farto das suas posições “Só cretinas”, dispensa o mesmo em 2008.
Neste momento, Marcos é um funcionário do Partido Socialista, sem vencimento.
E desesperado, como todos os que não tem vencimento no final do mês, pensa que é deste jeito que se vai bater como candidato a presidente da Câmara de Oeiras, porque foi para aqui que o partido o mandou. É preciso amar Oeiras para se ter ideias sobre Oeiras! Não basta ser funcionário do partido.
Espinhosa e inglória missão!
“Malitia deterrima omnibus vitiis est”. [Apuleio, De Dogmate Platonis 2] A maldade é o pior de todos os defeitos.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
ISALTINO E A ABELHA MAIA

Isaltino tem vindo a ser assediado, nesta campanha eleitoral, pela candidata da Coligação Oeiras Mais ou Mais Oeiras, já nem sei, como se esta fosse a abelha maia.
Digo abelha maia, sem desprimor para a mesma, que tanto sucesso fez junto da pequenada. Pena foi, que eu já não tenha beneficiado das histórias da “abelha maia.”E agora, já estou crescidinho para isso!
E esta é mesmo gulosa, porque trouxe até Oeiras a “nata” dos políticos da coligação.
Ai os diabetes…
Então não é, que a marota veio dar conteúdo a uma acção política de base ética? É verdade. Vem-nos contar histórias do príncipe encantado, montado num cavalo branco à procura da ética. Agora, resta-nos saber se ela, a ética, é como aquele senhor que viveu toda a vida de favores e muitos deles em Oeiras ou se vem falar da ética, da mala preta, ou das atribuições das casitas aos desfavorecidos directores da Câmara Municipal de Lisboa. Ou se ainda nos vem falar daquelas facturas de publicidade do PSD a pagar por uma empresa de construção. Lembram-se? Depois chegou-se à conclusão que foi um erro. Há erros e erros!
Se for para isso, vai ter que trazer muito mais nata para rechear o bolo, que não dispensa na receita as bananas da Madeira. Não é verdade, “abelha maia”?
A menina devia ter cuidado com tantas natas, porque, além do mais, engordam e eu sei como a menina aprecia a “boa” condição física. Aliás, basta ver as suas poses nos outdoors. Nem uma artista de cinema a anunciar os sabonetes mais usados pelas estrelas de cinema. Lembra-se qual era a marca? É do seu tempo!
Mas, na sua entrevista ao “Diário de Noticias” o que mais me aborreceu, foi a menina estar a denegrir a qualidade da equipa que trabalha junto de Isaltino Morais. Não se faz! É mesmo uma professora maldosa…faço ideia o que será a menina a dar notas! Vá lá, vai! Leva todos à oral.
Mas vou-lhe confidenciar uma coisa…a equipa que está com o Isaltino foi toda ela expulsa do PSD. Aquele partido que ganhava eleições em Oeiras e que agora já não ganha. Bem feito!
Então, prestam, ou não prestam? Agora a elite que tem à sua volta é que não se come nem coberta de natas!
“Magis atque magis clarescunt sonitus”. [Virgílio, Eneida 2.299] Os ruídos se tornam cada vez mais nítidos.
Digo abelha maia, sem desprimor para a mesma, que tanto sucesso fez junto da pequenada. Pena foi, que eu já não tenha beneficiado das histórias da “abelha maia.”E agora, já estou crescidinho para isso!
E esta é mesmo gulosa, porque trouxe até Oeiras a “nata” dos políticos da coligação.
Ai os diabetes…
Então não é, que a marota veio dar conteúdo a uma acção política de base ética? É verdade. Vem-nos contar histórias do príncipe encantado, montado num cavalo branco à procura da ética. Agora, resta-nos saber se ela, a ética, é como aquele senhor que viveu toda a vida de favores e muitos deles em Oeiras ou se vem falar da ética, da mala preta, ou das atribuições das casitas aos desfavorecidos directores da Câmara Municipal de Lisboa. Ou se ainda nos vem falar daquelas facturas de publicidade do PSD a pagar por uma empresa de construção. Lembram-se? Depois chegou-se à conclusão que foi um erro. Há erros e erros!
Se for para isso, vai ter que trazer muito mais nata para rechear o bolo, que não dispensa na receita as bananas da Madeira. Não é verdade, “abelha maia”?
A menina devia ter cuidado com tantas natas, porque, além do mais, engordam e eu sei como a menina aprecia a “boa” condição física. Aliás, basta ver as suas poses nos outdoors. Nem uma artista de cinema a anunciar os sabonetes mais usados pelas estrelas de cinema. Lembra-se qual era a marca? É do seu tempo!
Mas, na sua entrevista ao “Diário de Noticias” o que mais me aborreceu, foi a menina estar a denegrir a qualidade da equipa que trabalha junto de Isaltino Morais. Não se faz! É mesmo uma professora maldosa…faço ideia o que será a menina a dar notas! Vá lá, vai! Leva todos à oral.
Mas vou-lhe confidenciar uma coisa…a equipa que está com o Isaltino foi toda ela expulsa do PSD. Aquele partido que ganhava eleições em Oeiras e que agora já não ganha. Bem feito!
Então, prestam, ou não prestam? Agora a elite que tem à sua volta é que não se come nem coberta de natas!
“Magis atque magis clarescunt sonitus”. [Virgílio, Eneida 2.299] Os ruídos se tornam cada vez mais nítidos.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
ROQUE AND ROLL

É de uma pobreza atroz, o que se vai passando na campanha das eleições autárquicas de alguns candidatos. Candidatos escolhidos por serem gente capaz? Séria? Com competência? Transparentes? Coerentes?
Não me parece de todo! Quando vejo o “Outdoor” do Sr. Roque da Cunha, candidato do PSD à Câmara da Amadora, a copiar o “Outdoor” de Isaltino Morais, quando este ainda usava bigode, digo para comigo, ao que tu chegaste PSD.
Além de mau candidato, o Senhor Roque anda a fazer da sua campanha às eleições autárquicas um “Roque and Roll”.
Já não bastava a Isabelinha andar a distribuir uns “panfletos” com a sua fotografia, tipo “Marilyn Monroe”, como se de uma qualquer propaganda a sabonetes se tratasse, ainda temos, o Roque and Roll, a fazer “copy/paste”. Vá lá…não se lembrou de copiar a fotografia!
Qualquer dia, ainda temos algum candidato do PSD a imitar o artista do anúncio ao “Restaurador Olex”!
Roque da Cunha devia chamar-se “Roque Xerox”, a fotocópia perfeita. Capaz de imitar aquele que ele sempre considerou seu inimigo e do qual foi dizendo mal dentro do PSD de Oeiras, enquanto não procurou um lugar ao “SOL”, neste caso na Amadora, porque em Oeiras não tinha lugar, porque só utilizamos originais.
Não me parece de todo! Quando vejo o “Outdoor” do Sr. Roque da Cunha, candidato do PSD à Câmara da Amadora, a copiar o “Outdoor” de Isaltino Morais, quando este ainda usava bigode, digo para comigo, ao que tu chegaste PSD.
Além de mau candidato, o Senhor Roque anda a fazer da sua campanha às eleições autárquicas um “Roque and Roll”.
Já não bastava a Isabelinha andar a distribuir uns “panfletos” com a sua fotografia, tipo “Marilyn Monroe”, como se de uma qualquer propaganda a sabonetes se tratasse, ainda temos, o Roque and Roll, a fazer “copy/paste”. Vá lá…não se lembrou de copiar a fotografia!
Qualquer dia, ainda temos algum candidato do PSD a imitar o artista do anúncio ao “Restaurador Olex”!
Roque da Cunha devia chamar-se “Roque Xerox”, a fotocópia perfeita. Capaz de imitar aquele que ele sempre considerou seu inimigo e do qual foi dizendo mal dentro do PSD de Oeiras, enquanto não procurou um lugar ao “SOL”, neste caso na Amadora, porque em Oeiras não tinha lugar, porque só utilizamos originais.
OS GRUPOS DE CIDADÃOS INDEPENDENTES
Houve, há e vai continuar a haver, a tentativa por parte dos partidos políticos de terem o monopólio na gestão da democracia em Portugal.
Fala-se muito de cidadania, mas é tudo uma grande treta. Os grandes “defensores” da democracia, são os primeiros a não respeitar, sequer, a Constituição da Republica, quando aprovam leis contrárias aos seus princípios.
Só nas eleições autárquicas é que os partidos permitem que os Grupos de Cidadãos se possam organizar e competir, no plano político, com os partidos. Mas, omo é óbvio, são os próprios partidos que condicionam a actuação dos Grupos de Cidadãos.
O tão propagado “princípio da igualdade” é logo violado, quando a Assembleia da República aprova leis, com normas claramente inconstitucionais e que deixam ao livre critério discricionário dos Juízes, a decisão de um Grupo de Cidadãos utilizar o seu símbolo nos boletins de voto.
A Lei Orgânica n.º1/2001, de 14 de Agosto, está repleta de normas que permitem as mais diversas interpretações. E o mais grave é que se todas as reclamações podem ser objecto de recurso para o Tribunal Constitucional, existe uma norma, exactamente a que se refere aos símbolos, em que a lei, expressamente, não permite o recurso. Vá se lá saber, qual foi a intenção do legislador, digam-se partidos políticos com assento na Assembleia da Republica, pretendeu, quando, expressamente, o legislador não permitiu o recurso de uma decisão sobre este assunto, com alguma importância.
Depois, dando uma leitura pela lei do financiamento das campanhas eleitorais, observamos, ainda, que a lei isenta do IVA os partidos políticos, mas obriga os Grupos de Cidadãos a pagar IVA, sobre o material de campanha, como Outdoors, panfletos, material de divulgação, etc.
Mas mais,… imaginemos que se um Grupo de Cidadãos pretender vender material publicitário, para a angariação de fundos, vai ter de pagar IVA.
Esta panorâmica, breve e ligeira, dá para entender como é que o POVO é representado na Assembleia da República. Que fiscalização prévia, concomitante e sucessiva é exercida sobre a constitucionalidade dos diplomas.
Temos estado entregues à bicharada!
Mas, se eu fosse de esquerda, com facilidade poderia dar aqui um grito de revolta e dizer: “ O POVO É QUEM MAIS ORDENA”.
E na verdade, é o povo quem mais ordena! Só que leva muitos anos e, até lá, tem de pagar esta sua vontade. Primeiro que consiga algo que proteja o que é seu, como a igualdade e a liberdade, leva alguns anos.
Muito se tem falado sobre a abertura aos Grupos de Cidadãos, a possibilidade de concorrerem à Assembleia da República, mas é conversa de meia dúzia de pessoas. Nunca ouviram nenhum partido, trazer à colação tal tema, nem os que propagandeiam vai para 35 anos, a defesa da igualdade e da liberdade, como se fossem os seus arautos.
Mas desde 2005, que o panorama das eleições autárquicas em Portugal, está a tomar um rumo diferente, felizmente!
É claro que os detractores de tal concorrência, a maioria encapotados sob as saias dos partidos, vão fazendo a sua campanha de maledicência, dando a ideia, que os Grupos de Cidadãos se caracterizam por bandos de marginais. Basta ver um dos artigos de “opinião” de Sousa Tavares, que chama de estúpidos aos munícipes de Oeiras. Até onde é que chegou a arrogância, de quem nunca foi a votos, para nada, na vida. Se calhar nem para Administrador de condomínio, foi a votos, mas faz opinião e, do seu alto pedestal, chama estúpidos e ignorantes, aos munícipes de um Concelho, que é hoje, sem sombra de dúvidas, o melhor do país, para se viver e para se trabalhar e que tem, de modo inequívoco, entregue o seu destino à gestão de Isaltino Morais. Porque assim é, em 2009 irá delegar novamente neste autarca os seus destinos, por mais quatro anos.
Oeiras foi, e é, até à data, o único Concelho onde um Grupo de Cidadãos se candidata à Assembleia Municipal, Câmara Municipal e às suas dez freguesias.
Mas, se observarmos o espectro nacional, em 2009, entre outros grupos de Cidadãos que se apresentaram como candidatos às eleições autárquicas, temos: Amadora, Coruche, Matosinhos, Valongo, Alcobaça, Campo Maior, Oliveira do Hospital, Vila Nova de Ourém, Santa Cruz, Marco de Canaveses, Felgueiras, já não mencionando as mais diversas Juntas de Freguesia, de norte a sul de Portugal.
É deste modo, que depois de andar tantos anos a pagar o direito à igualdade e liberdade, os cidadãos dos diversos concelhos do país, começam a afirmar-se e a decidir, directamente, pelos seus destinos, confiando a gestão dos seus municípios a quem na realidade lhes transmite confiança.
Chega de partidos e de andarmos a reboque de três ou quatro fazedores de opinião, cuja obra em prol da comunidade, nunca ninguém viu.
Fala-se muito de cidadania, mas é tudo uma grande treta. Os grandes “defensores” da democracia, são os primeiros a não respeitar, sequer, a Constituição da Republica, quando aprovam leis contrárias aos seus princípios.
Só nas eleições autárquicas é que os partidos permitem que os Grupos de Cidadãos se possam organizar e competir, no plano político, com os partidos. Mas, omo é óbvio, são os próprios partidos que condicionam a actuação dos Grupos de Cidadãos.
O tão propagado “princípio da igualdade” é logo violado, quando a Assembleia da República aprova leis, com normas claramente inconstitucionais e que deixam ao livre critério discricionário dos Juízes, a decisão de um Grupo de Cidadãos utilizar o seu símbolo nos boletins de voto.
A Lei Orgânica n.º1/2001, de 14 de Agosto, está repleta de normas que permitem as mais diversas interpretações. E o mais grave é que se todas as reclamações podem ser objecto de recurso para o Tribunal Constitucional, existe uma norma, exactamente a que se refere aos símbolos, em que a lei, expressamente, não permite o recurso. Vá se lá saber, qual foi a intenção do legislador, digam-se partidos políticos com assento na Assembleia da Republica, pretendeu, quando, expressamente, o legislador não permitiu o recurso de uma decisão sobre este assunto, com alguma importância.
Depois, dando uma leitura pela lei do financiamento das campanhas eleitorais, observamos, ainda, que a lei isenta do IVA os partidos políticos, mas obriga os Grupos de Cidadãos a pagar IVA, sobre o material de campanha, como Outdoors, panfletos, material de divulgação, etc.
Mas mais,… imaginemos que se um Grupo de Cidadãos pretender vender material publicitário, para a angariação de fundos, vai ter de pagar IVA.
Esta panorâmica, breve e ligeira, dá para entender como é que o POVO é representado na Assembleia da República. Que fiscalização prévia, concomitante e sucessiva é exercida sobre a constitucionalidade dos diplomas.
Temos estado entregues à bicharada!
Mas, se eu fosse de esquerda, com facilidade poderia dar aqui um grito de revolta e dizer: “ O POVO É QUEM MAIS ORDENA”.
E na verdade, é o povo quem mais ordena! Só que leva muitos anos e, até lá, tem de pagar esta sua vontade. Primeiro que consiga algo que proteja o que é seu, como a igualdade e a liberdade, leva alguns anos.
Muito se tem falado sobre a abertura aos Grupos de Cidadãos, a possibilidade de concorrerem à Assembleia da República, mas é conversa de meia dúzia de pessoas. Nunca ouviram nenhum partido, trazer à colação tal tema, nem os que propagandeiam vai para 35 anos, a defesa da igualdade e da liberdade, como se fossem os seus arautos.
Mas desde 2005, que o panorama das eleições autárquicas em Portugal, está a tomar um rumo diferente, felizmente!
É claro que os detractores de tal concorrência, a maioria encapotados sob as saias dos partidos, vão fazendo a sua campanha de maledicência, dando a ideia, que os Grupos de Cidadãos se caracterizam por bandos de marginais. Basta ver um dos artigos de “opinião” de Sousa Tavares, que chama de estúpidos aos munícipes de Oeiras. Até onde é que chegou a arrogância, de quem nunca foi a votos, para nada, na vida. Se calhar nem para Administrador de condomínio, foi a votos, mas faz opinião e, do seu alto pedestal, chama estúpidos e ignorantes, aos munícipes de um Concelho, que é hoje, sem sombra de dúvidas, o melhor do país, para se viver e para se trabalhar e que tem, de modo inequívoco, entregue o seu destino à gestão de Isaltino Morais. Porque assim é, em 2009 irá delegar novamente neste autarca os seus destinos, por mais quatro anos.
Oeiras foi, e é, até à data, o único Concelho onde um Grupo de Cidadãos se candidata à Assembleia Municipal, Câmara Municipal e às suas dez freguesias.
Mas, se observarmos o espectro nacional, em 2009, entre outros grupos de Cidadãos que se apresentaram como candidatos às eleições autárquicas, temos: Amadora, Coruche, Matosinhos, Valongo, Alcobaça, Campo Maior, Oliveira do Hospital, Vila Nova de Ourém, Santa Cruz, Marco de Canaveses, Felgueiras, já não mencionando as mais diversas Juntas de Freguesia, de norte a sul de Portugal.
É deste modo, que depois de andar tantos anos a pagar o direito à igualdade e liberdade, os cidadãos dos diversos concelhos do país, começam a afirmar-se e a decidir, directamente, pelos seus destinos, confiando a gestão dos seus municípios a quem na realidade lhes transmite confiança.
Chega de partidos e de andarmos a reboque de três ou quatro fazedores de opinião, cuja obra em prol da comunidade, nunca ninguém viu.
"Pudeat illos qui ita in studiis se abdiderunt, ut ad vitam communem nullum fructum proferre possint." [Cícero, Pro Archia 6] Envergonhem-se aqueles que de tal maneira se dedicaram aos seus interesses, que nenhum proveito puderam oferecer à vida da coletividade.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
ISTO É UMA CABALA

Mãezinha!
Tê filho está a ser perseguido. Faz-me lembrar aqueles meninos que eu tinha lá na escola. Não! Não é essa a escola. Nessa até os professores eram meus amigos. Não te lembras daqueles faxes que eu mandava?
É que depois destes anos todos, não sabia que tinha mais um primo. A mãezinha nunca me disse nada. Se calhar pensava que não tinha importância, eu sei. Mas agora, mãezinha vim a saber por intermédio dos outros que tinha mais um primo.
E isto que estava a andar tão bem… Andava tudo muito calado. A mãezinha já tinha dito que não era bom sinal. Sábias palavras.
Mas, eu também não fiquei quieto…ou ficas! Falei com o “nuestro amigo” e pimba…corri com ela. Aquela mulher põe-me nervoso! Não é essa, mãezinha! É a outra. Eu sempre disse à mãezinha que havia outra. A mãezinha é que dizia que não e mais isto e mais aquilo, “és tu que estás sempre a pensar que”… mas, olhe: Corri com ela e pronto!
Quero lá saber se dizem que os espanhóis estão a mandar nesta coisa, se não estão, até porque com a globalização, já não há fronteiras. Não é assim?
E depois, nós na política e entre partidos “hermanos” somos solidários.
Por outro lado, os nossos “pedreiros”, garantiram que a construção está bem-feita e que não há quem deite a baixo estes alicerces. É que eu de “ingenharia” civil não percebo nada!
Mas, ó mãezinha! Eu estou aflitinho, porque ainda perco esta porcaria e depois é que estou tramado. O pior que pode acontecer a um político é sair da política. Está tramado! Ele é escutas ali, escutas acolá…uma devassa completa. E às duas por três, estou mesmo tramado!
Eu bem os fui dividindo, para reinar…mas não sei!
Bom, mãezinha! Não te vou preocupar mais com estas coisas. Eu que não sou crente, já digo…seja o que Deus quiser.
Depois do dia 27, a gente logo vê! Mas que isto é uma cabala é, para tramar o tê filho que estava com uma carreira maravilhosa. Ainda vou ter de falar com o Tonecas para ver se ele me arranja um lugar lá nos refugiados. Sim, mãezinha. É que se isto correr mal eu passo a ser um refugiado, também! É que depois ninguém me liga…ainda se eu tivesse jeito para ser poeta… e de filósofo, só tenho o nome.
« Laus est finire; pudor est incepta perire. » Glória é acabar; vergonha é perder o que se começou.
Tê filho está a ser perseguido. Faz-me lembrar aqueles meninos que eu tinha lá na escola. Não! Não é essa a escola. Nessa até os professores eram meus amigos. Não te lembras daqueles faxes que eu mandava?
É que depois destes anos todos, não sabia que tinha mais um primo. A mãezinha nunca me disse nada. Se calhar pensava que não tinha importância, eu sei. Mas agora, mãezinha vim a saber por intermédio dos outros que tinha mais um primo.
E isto que estava a andar tão bem… Andava tudo muito calado. A mãezinha já tinha dito que não era bom sinal. Sábias palavras.
Mas, eu também não fiquei quieto…ou ficas! Falei com o “nuestro amigo” e pimba…corri com ela. Aquela mulher põe-me nervoso! Não é essa, mãezinha! É a outra. Eu sempre disse à mãezinha que havia outra. A mãezinha é que dizia que não e mais isto e mais aquilo, “és tu que estás sempre a pensar que”… mas, olhe: Corri com ela e pronto!
Quero lá saber se dizem que os espanhóis estão a mandar nesta coisa, se não estão, até porque com a globalização, já não há fronteiras. Não é assim?
E depois, nós na política e entre partidos “hermanos” somos solidários.
Por outro lado, os nossos “pedreiros”, garantiram que a construção está bem-feita e que não há quem deite a baixo estes alicerces. É que eu de “ingenharia” civil não percebo nada!
Mas, ó mãezinha! Eu estou aflitinho, porque ainda perco esta porcaria e depois é que estou tramado. O pior que pode acontecer a um político é sair da política. Está tramado! Ele é escutas ali, escutas acolá…uma devassa completa. E às duas por três, estou mesmo tramado!
Eu bem os fui dividindo, para reinar…mas não sei!
Bom, mãezinha! Não te vou preocupar mais com estas coisas. Eu que não sou crente, já digo…seja o que Deus quiser.
Depois do dia 27, a gente logo vê! Mas que isto é uma cabala é, para tramar o tê filho que estava com uma carreira maravilhosa. Ainda vou ter de falar com o Tonecas para ver se ele me arranja um lugar lá nos refugiados. Sim, mãezinha. É que se isto correr mal eu passo a ser um refugiado, também! É que depois ninguém me liga…ainda se eu tivesse jeito para ser poeta… e de filósofo, só tenho o nome.
« Laus est finire; pudor est incepta perire. » Glória é acabar; vergonha é perder o que se começou.
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